Adrenaline (tradução)

Original


Nicolas Chamillet

Compositor: Nicolas Chamillet

Avenida Lexington, duas horas da manhã
Táxis amarelos e a cabeça cheia de drogas
Mancha de batom em uma xícara de café
Eu não durmo, só fico chapado

Metrô chorando sob meus pés
A cidade está fervilhando, mas eu me sinto fraco
Então eu caminho como se a noite fosse minha
Só para esconder que estou morto por dentro

Eles dizem: Rapaz, você adora adrenalina
Mas eles não sabem
A situação fica tão ruim quando tudo está parado

Adrenalina correndo pelas minhas veias
Como uma última tábua de salvação para o meu cérebro
Eles acham que sou selvagem, acham que sou livre
Mas estou apenas me afogando em silêncio
A adrenalina me mantém sentindo alguma coisa
Qualquer coisa é melhor que nada
Sim, eu sorrio como se estivesse tudo bem
Mas eu só estou tentando sobreviver ao dia

Noites no Brooklyn e uma viagem imprudente
Ultrapassar limites só para sentir isso de novo
No topo dos arranha-céus
Vendo as luzes de cima, perto da borda
Testando a gravidade como se eu tivesse provas

O táxi desviava bruscamente, eu não me mexia
Eu gostaria que tivesse realmente caído
Todo risco é um apelo silencioso
Talvez seja isso que vai acabar comigo

Cada êxtase é um adeus ensaiado
Eu não quero viver
Mas eu não posso simplesmente morrer

Adrenalina correndo pelas minhas veias
Como uma última tábua de salvação para o meu cérebro
Eles acham que sou selvagem, acham que sou livre
Mas estou apenas me afogando em silêncio
A adrenalina me mantém sentindo alguma coisa
Qualquer coisa é melhor que nada
Sim, eu sorrio como se estivesse tudo bem
Mas eu só estou tentando sobreviver ao dia

Motor berrando no Lexington
Tire as mãos do volante, tipo deixa rolar
Luz vermelha acesa
Eu não freio (nunca)
Coração implorando por um erro
Mas o carro simplesmente, diminui a velocidade
Sem grandes acidentes, sem manchetes negativas
Só eu respirando, preso pra caralho
Vivo de novo, que diabos é isso?

Eu não queria a adrenalina
Eu precisava que isso não desaparecesse
E foda-se

A adrenalina nunca foi divertida
Era eu quem estava segurando a arma
Não para atirar, mas para se sentir vivo
A cada segundo que eu sobrevivia
Eles acham que eu estava em busca de prazeres
Os postes de luz
Mas eu flertava com a morte todas as noites
Eu não era corajoso, eu não era livre, eu não era divino
Eu estava brincando com o meu destino

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